curta.news

Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Acordo Comercial

Parlamento europeu impõe desafios ao acordo UE-Mercosul com votação decisiva

O Parlamento Europeu decidiu, em votação realizada na quarta-feira (21), enviar o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul ao Tribunal de Justiça da UE. Com 334 votos a favor, 324 contra e 11 abstenções, a proposta impede a implementação do tratado por meses, enquanto a Corte revisa sua legalidade. Apesar disso, a Comissão Europeia pode optar pela aplicação provisória do acordo. Avaliando sua conformidade com legislações europeias, qualquer incompatibilidade poderá adiar o acordo, enquanto a aprovação final somente ocorrerá após a validação pela Corte e nova votação no Parlamento.

Tensão EUA-UE: Crise Diplomática Aumenta com Ameaças de Trump

A tensão entre os EUA e a União Europeia aumentou após Donald Trump ameaçar anexar a Groenlândia, levando o Parlamento Europeu a suspender a ratificação de um acordo comercial com Washington. Macron, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, classificou as tarifas de Trump como 'inaceitáveis' e a UE considera tarifas retaliatórias. O acordo, que visava eliminar tarifas sobre produtos industriais dos EUA, agora está em risco. Além disso, Trump anunciou tarifas de 10% a países que se opõem à anexação, aumentando a pressão sobre os opositores. A crise diplomática pode ter repercussões globais significativas.

Lula afirma que acordo Mercosul-UE é resposta ao isolamento global

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destaca que o Acordo de Parceria Mercosul-União Europeia representa uma resposta do multilateralismo ao unilateralismo global em um artigo publicado em 27 jornais. A assinatura do tratado visa aumentar o comércio, gerando oportunidades para 720 milhões de cidadãos e unindo economias com um PIB conjunto superior a 22 trilhões de dólares. Lula argumenta que o acordo promoverá empregos, desenvolvimento sustentável e beneficiar mercados estratégicos, mantendo salvaguardas sociais e ambientais. Ele conclui que o sucesso deverá ser medido pela agilidade na implementação dos benefícios para os cidadãos envolvidos.

Peña lamenta falta de Lula na assinatura do acordo Mercosul-UE

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, expressou um 'sabor amargo' pela ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na assinatura do acordo entre Mercosul e União Europeia. A cerimônia ocorreu em Assunção e, embora Peña tenha compreendido a falta do petista, ressaltou a importância de sua liderança nas negociações que levaram ao acordo, ressaltando que sem Lula a assinatura não teria se concretizado. Lula optou por um encontro separado com Ursula Von der Leyen no Rio de Janeiro, visando enfatizar sua imagem política e a liderança brasileira ao longo da longa negociação que durou 26 anos.

Lula é fundamental para acordo Mercosul-União Europeia, afirma presidente do Paraguai

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, reconheceu a importância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a realização do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, celebrado em 17 de janeiro de 2026. Durante a cerimônia em Assunção, Peña afirmou que sem Lula, o tratado não teria sido alcançado. Embora Lula não tenha comparecido, ele foi representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. O acordo, que levou mais de 25 anos para ser negociado, busca aumentar o comércio entre os blocos e criar oportunidades econômicas mutuamente benéficas.

Acordo Mercosul-União Europeia: um marco estratégico para o Brasil

Após mais de 25 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia finalmente foi aprovado, marcando um avanço significativo. O economista Marcos Troyjo, arquiteto do acordo, destaca que sua relevância está no contexto geopolítico atual, onde o comércio se torna um elemento estratégico e de segurança. Embora o novo pacto apresente cláusulas de transição e adaptações para o mercado brasileiro, ele almeja aumentar a competitividade do território em um cenário global desafiador. Mesmo com algumas perdas nas condições negociadas, o acordo traz promessas de investimentos significativos e acesso ampliado aos mercados europeus.

França resiste e Macron vota contra acordo UE-Mercosul

Emmanuel Macron, presidente da França, anunciou sua intenção de votar contra o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, em uma declaração feita nesta quinta-feira. A posição da França, ao lado de outros países como Irlanda, Hungria e Polônia, pode dificultar o avanço do tratado que busca ampliar o acesso a um mercado de 451 milhões de consumidores. Apesar das preocupações dos agricultores franceses sobre a concorrência de produtos latino-americanos, Alemanha e Espanha apoiam o pacto. O Conselho da UE se reunirá nesta sexta-feira para decidir sobre a continuidade da proposta de ratificação deste controvertido acordo comercial.

Parlamento Europeu dá luz verde para acordo com Mercosul

O Parlamento Europeu aprovou salvaguardas que visam proteger a agricultura europeia antecipando a assinatura do acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul, após 25 anos de negociações. O governo brasileiro aguarda a assinatura do acordo prevista para o dia 20 de dezembro, durante a Cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu. As salvaguardas foram propostas pela França, limitando importações do Mercosul, mas mesmo assim o governo brasileiro não se opôs a elas, priorizando a assinatura do acordo. A aprovação pode representar oportunidades comerciais significativas para ambos os blocos.

França pressiona UE a adiar acordo comercial com Mercosul

A França pediu à União Europeia o adiamento dos prazos para a assinatura do acordo comercial com o Mercosul, afirmando que as condições atuais não são favoráveis para a votação. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu destacou a necessidade de mais tempo para garantir proteções adequadas para a agricultura europeia. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, planeja assinar o tratado durante a cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu no próximo sábado. No entanto, a França, como principal opositor do acordo, exige medidas rigorosas de proteção antes de concordar com a assinatura final.

Trump promete tarifa de 155% à China se acordo não for alcançado

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou a China com a imposição de tarifas de 155% em produtos chineses a partir de 1º de novembro caso não seja alcançado um acordo comercial. Em uma declaração na Casa Branca, Trump esclareceu que essa nova tarifa é resultado da soma de 100% já anunciados e 55% previstos em um acordo anterior. O republicano confirmou que se reunirá com o presidente chinês, Xi Jinping, nas próximas semanas na Coreia do Sul, com expectativa de um acordo que seja benéfico para ambos os países, destacando sua relação com Jinping.

Brasil e Japão: Comércio em queda e negociações de carne bovina

O Japão ocupa a 11ª posição na corrente comercial com o Brasil, movimentando US$ 11 bilhões em 2024, uma queda de 6,3% em relação a 2023. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visita o Japão para discutir o comércio de carne bovina e um possível acordo entre o país asiático e o Mercosul. O Brasil exportou produtos avaliados em US$ 5,58 bilhões e importou US$ 5,43 bilhões, resultando em um superávit de apenas US$ 147 milhões. As carnes, principalmente aves e suínos, são as principais exportações, enquanto o Japão fornece componentes automotivos ao Brasil.

Impactos do acordo Mercosul-UE: O que esperar para a economia brasileira

O acordo entre Mercosul e União Europeia, finalizado em Montevidéu após 25 anos de negociações, promete impactos positivos para a economia brasileira e os consumidores. Apesar do otimismo, ainda são necessárias aprovações nos conselhos da União Europeia. O acordo prevê a redução de tarifas de importação, beneficiando setores como agronegócio, mas podendo prejudicar alguns setores industriais. Estima-se um aumento acumulado na economia de 0,46% entre 2024 e 2040, com os principais ganhos sendo no agronegócio, destacando produtos como carnes, enquanto a indústria pode enfrentar quedas em setores específicos.

Acordo UE-Mercosul pode ser desastroso para a indústria nacional

O recente acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul, anunciado em Montevidéu, pode fortalecer o setor agropecuário brasileiro, mas é visto como potencialmente negativo e 'predatório' para a indústria nacional, segundo o cientista político Gilberto Maringoni. Preocupações foram levantadas sobre como os termos das compras governamentais afetarão a indústria local, especialmente em relação à concorrência com produtos estrangeiros. Organizações e ativistas alertam que o acordo poderá causar um aumento no desmatamento e na crise climática, sendo visto como um retrocesso em várias áreas socioeconômicas e uma ameaça à soberania dos países envolvidos.

Acordo histórico entre UE e Mercosul é finalmente anunciado

Os líderes do Mercosul e da União Europeia confirmaram a conclusão das negociações para um acordo comercial após 25 anos de diálogos. O presidente do Uruguai, Lacalle Pou, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciaram a finalização em Montevidéu. Apesar do avanço, o acordo não será assinado imediatamente, pois ainda dependerá de trâmites burocráticos e da análise pelos parlamentos dos países envolvidos. Von der Leyen destacou que o tratado trará benefícios tanto para a Europa quanto para o Mercosul, com incentivos às empresas e criação de novos empregos no comércio bilateral.

Quer mais notícias? Cadastre-se para acessar conteúdo personalizado e exclusivo!